Aline Valentim

Aline Valentim (1)

Aline Valentim é referência em dança afro-brasileira e danças populares (Maracatu, Coco, Ciranda, Afoxé, Jongo…) com 20 anos de experiência no grupo Rio Maracatu e a 12 anos com sua Cia de Dança Afro, Babalakina.

Mestre em Ciências Sociais pela UERJ, e Pós-Graduada em Terapia através do Movimento pela Faculdade de Dança Angel Vianna. Atua como coreógrafa, bailarina, professora e pesquisadora na área de danças populares brasileiras e danças de matriz africana (Afro Brasileira, Africanas e afro-diaspóricas). Seu trabalho está pautado nas práticas culturais negras como linguagem artística e caminho para articular saberes e poderes através do corpo.

Como professora Aline mantém um núcleo permanente de Dança Afro na Fundição Progresso (Lapa, Rio de Janeiro) onde realiza cursos regulares, ensaio e intercâmbios com mestres e bailarinos do Brasil e do mundo.

É criadora e diretora da Cia Babalakina realiza oficinas, performances e apresentações, além de produzir eventos que articulam redes de fortalecimento e visibilidades de danças e artistas negros.

Em sua trajetória realizou residência artística em Cabo Verde (2012), viagem de trabalho e pesquisa à África do Sul e Moçambique em 2008 e atualmente é uma importante referência em Dança Afro do Rio de Janeiro.

Especialidade e atuação também nas Danças Populares Brasileiras como integrante e coordenadora do núcleo de dança do grupo Rio Maracatu que neste ano completou 20 anos de existência. A frente deste grupo Aline possui vasta atuação especialmente com Maracatu de Baque Virado, tendo formado uma geração de corpos dançantes que hoje povoam o cenário do Maracatu carioca, sendo também idealizadora do movimento Rainhas Negras do maracatu. Contemplada com Prêmio Klauss Vianna de dança (Funarte) em 2010 (Projeto de pesquisa: Intercessões, olhares e cortes sobre um corpo Brasileiro) e como diretora da Cia. BabalaKina de Dança Afro, foi contemplada com o Edital FADA – 2013 (Montagem e apresentação do Espetáculo Primevo Gesto.)

Já realizou workshops internacionais na França, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Portugal, Finlândia, Suécia, Argentina e Áustria.

Sua proposta para Festival Tap Rio é uma viagem por algumas danças brasileiras e seus sapateados populares. Danças que marcam o ritmo através das pisada dos pés e das quais pode-se derivar muitas brincadeiras corporais, coreográficas, rítmicas e percussivas.

Brincaremos com as possibilidades abertas pelos ritmos do Coco de Roda do Nordeste, Do Cavalo Marinho da zona da Mata de Pernambuco, dialogando também com ritmo afro brasileiro do Ijexa.

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